A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA – 20, 22, 27 e 29 JANEIRO

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  • Coliseu (Porto) | Sexta 27 Jan | 21:30h

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Vortice Dance Company e Temporada Darcos apresentam “A Sagração da Primavera” com assinatura dos coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço e direção musical de Nuno Côrte-Real. Uma nova abordagem à obra de Stravinsky, feita à luz de uma era tecnológica, na qual as linguagens da dança, da videografia, do videomaping e da música, se mesclam, numa experiência sensorial avassaladora. É uma obra onde se ritualizam os medos, as vontades, os desejos e os corpos, num intenso jogo de luz, dança, música e imagem. A ação desenvolve-se numa analogia direta com a velocidade das primaveras de hoje, onde a Dança do Sacrifício final se desmultiplica no tempo e no espaço. A obra musical será interpretada ao vivo pela Orquestra Sinfónica da ESMAE.

A Sagração da Primavera foi criado em residência artística no CCC – Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha e Coliseu de Lisboa.

A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA, de Igor Stravinsky, pela Vortice Dance Company 

Direção Artística: Cláudia Martins e Rafael Carriço

Direção Musical: Nuno Côrte-Real

Orquestra: Orquestra Sinfónica da ESMAE

Compositor: Igor Stravinsky

Coreografia, Videografia, Conceção cénica e Figurinos: Cláudia Martins e Rafael Carriço

Bailarinos: Joana Marques, Inês Costa, Manuela Linhares, Cláudia Martins, Rafael Carriço, Diogo Lourenço, Francisco Maduro, Julia Caetano, Sigrid Dugstad

Maestro: Nuno Côrte-Real

Direção técnica: Juliana de Sousa, Paulo Formiga

Direção de Cena: Luis Santos

Produção: Vortice Dance Company

Fotografia: Sérgio Claro

Coprodução: CCC – Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, Cine Teatro de Torres Vedras, Coliseu de Lisboa

Classificação etária: Maiores de 6

GRANDES QUARTETOS COM PIANO – 19 & 20 NOVEMBRO

Um concerto imperdível com a revisitação dos quartetos de Brahms e Dvorák

19 novembro [sábado | 19:00] 

Música na Universidade Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa

20 novembro [domingo | 17:00] 

Teatro-Cine de Torres Vedras

ENSEMBLE DARCOS

Gaël Rassaert, violino
Joana Cipriano, viola
Filipe Quaresma, violoncelo
Hélder Marques, piano

Um dos traços mais vincados da biografia de Brahms é o seu amor platónico por Clara Schumann. Essa impossibilidade viria a ser o catalisador de uma série de obras musicais, em que o génio do compositor se revela plenamente. Disto é exemplo o Quarteto op. 60, com- posto entre 1856 e 1875 e estreado a 18 de novembro desse ano, com Brahms ao piano. Segundo o próprio, em carta dirigida ao editor Fritz Simrock, a capa da edição do quarteto deveria ser a de um jovem prestes a suicidar-se, invocando Werther, o personagem do livro de Goethe que sucumbe ao seu amor pela mulher do melhor amigo. Repleto de contrastes dramáticos e motivos melódicos sinuosos, a tensão latente que se mantém até ao último compasso, faz do Quarteto op. 60 uma das obras maiores do compositor. Seria Fritz Simrock quem, de forma insistente, desafiou Antonín Dvořák a escrever um quarteto com piano. A 10 de agosto de 1889, escrevia Dvořák para o amigo Alois Göbl “Tenho três andamentos de um novo quarteto com piano completados e o último será terminado em breve. Tudo tem acontecido de forma inesperadamente fácil e as melodias ocorrem-me em catadupa. Graças a Deus!”. O quarteto, terminado a 19 de agosto, viria a estrear a 17 de outubro desse mesmo ano, em Frankfurt. O I andamento revela a tendência de Dvořák para temas líricos longos, arrebatada- mente românticos, ainda que de carácter instáveis, ora escuros e trágicos, ora claros e heróicos. O II andamento, o mais longo dos quatro, é uma canção serena, em contraste com o Scherzo seguinte, ao jeito de um ländler. O último andamento pauta-se por uma exuberância emocional, no contraste entre um tema turbulento e outro lírico, ao qual não falta a evocação do dulcimer, em jeito de dança folclórica.


Programa: 

J. Brahms (1833 – 1897)
Quarteto para piano e cordas nº3, em Dó menor, op. 60
I. Allegro non troppo
II. Scherzo – Allegro
III. Andante
IV. Allegro comodo

A. Dvorák (1841 – 1904)
Quarteto para piano e cordas nº2, em Mi bemol maior, op. 87
I. Allegro con fuoco
II. Lento
III. Allegro moderato
IV. Allegro ma non troppo

CONHEÇA A PROGRAMAÇÃO DA TEMPORADA DARCOS 2022

2022 será um ano de estreias em novas salas de espectáculo pelo país.

Programação completa da Temporada Darcos 2022 (PDF)

A 15ª edição da Temporada estreia-se no Coliseu de Lisboa, com uma nova e original versão do bailado “A Sagração da Primavera”, de Stravinski. Protagonizada pela Vortice Dance Company, trata-se de uma nova abordagem à obra de Stravinsky, feita à luz de uma era tecnológica, unindo as linguagens da dança e da música numa experiência sensorial única. Com coreografia de Cláudia Martins e Rafael Carriço e direcção musical do maestro Nuno Côrte-Real.

No Norte, a Temporada Darcos estará pela primeira vez na Casa da Música no Porto com dois momentos musicais únicos.
Em Setembro, com o concerto “Uma Rosa na Escuridão – Mallarmé e Mário de Sá Carneiro”, integrado na Temporada Cruzada Portugal-França. Apresenta-se como um intercâmbio musical com um dos mais conceituados ensembles franceses de música contemporânea, o Ensemble Orchestral Contemporain, e com o seu diretor musical, Bruno Mantovani. O mesmo concerto acontecerá internacionalmente, no Grand Théâtre de La Comète Saint-Éttienne, em França.

E em Outubro com Shlomo Mintz, um dos maiores violinistas do nosso tempo, visitará Portugal acompanhado pela Madrid Soloists Chamber Orchestra, dirigida por Nuno Côrte-Real.

Em parceria com a Universidade de Lisboa, a temporada apresentará uma série de concertos de câmara e sinfónicos em vários espaços da Universidade, com destaque para o Anfiteatro Chimico do Museu Nacional de História Natural e da Ciência, e a Aula Magna da Reitoria. Concertos interpretados pelo Ensemble Darcos como “Cântico de Agradecimento oferecido à Divindade por um Convalescente”, com um dos últimos quartetos de Beethoven e uma adaptação de quatro prelúdios do Cravo Bem Temperado, de Bach, e “Grandes Quartetos com piano” com obras de J. Brahms e A. Dvořák.

Internacionalmente, nomeadamente em Espanha, será apresentada a ópera de câmara “La Vida Secreta”, com música de Nuno Côrte-Real, libreto de Martha Asunción Alonso e encenação de Carlos Antunes, numa co-produção com o Festival Little Opera, de Zamora. Uma ópera de bolso sobre o mundo surrealista do pintor espanhol Salvador Dalí, mas visto pelos olhos da sua companheira e musa Gala, interpretada pela soprano espanhola Conchi Moyano.

O projecto homenageado pela crítica “Time Stands Still” continuará este ano a sua digressão com concertos no CCB – Centro Cultural de Belém e no Teatro-Cine de Torres Vedras.

A Temporada Darcos 2022 – 15ª Edição continuará a sua viagem de excelência consolidando o trabalho que tem vindo a realizar e apresentando novos desafios face aos tempos que se atravessa através de uma circulação nacional e internacional e um importante trabalho de arquivo e divulgação do património musical português dentro e além fronteiras.

LANÇAMENTO DO ÁLBUM “TREMOR” // 20 NOV – CINE-TEATRO TORRES VEDRAS

NUNO CÔRTE-REAL & PEDRO MEXIA COM BÁRBARA BARRADAS & ENSEMBLE DARCOS

20 NOV 2021 // SÁBADO 21:00 // TEATRO-CINE TORRES VEDRAS

Trailer

Sob o signo do Grande Terramoto de Lisboa, chega-nos um breve ciclo de canções: Tremor.

A partir de um acontecimento histórico com repercussões, a nível mundial, em todos os quadrantes intelecto-filosófico-sociais,

Nuno Côrte-Real propõem-nos uma viagem no tempo. A partir da Lisboa contemporânea e através do imaginário do terramoto de 1755, o mapa que nos norteia é a poesia de Pedro Mexia. São canções desenhadas para uma voz feminina, a soprano Bárbara Barradas, que dá corpo e voz à Lisboa que ondula com tremores maiores e menores da terra, que lida com a devastação que estes podem trazer.

O Ensemble Darcos, dirigido por Côrte-Real estreiam Tremor na Culturgest.

Lançamento do álbum: 6 de Novembro

LANÇAMENTO DO ÁLBUM “TREMOR” // 18 NOV – CULTURGEST

NUNO CÔRTE-REAL & PEDRO MEXIA COM BÁRBARA BARRADAS & ENSEMBLE DARCOS

18 NOV 2021 // QUI 21:00 // Culturgest

Grande Auditório

14€ (descontos)
M/6

Trailer

Sob o signo do Grande Terramoto de Lisboa, chega-nos um breve ciclo de canções: Tremor.

A partir de um acontecimento histórico com repercussões, a nível mundial, em todos os quadrantes intelecto-filosófico-sociais,

Nuno Côrte-Real propõem-nos uma viagem no tempo. A partir da Lisboa contemporânea e através do imaginário do terramoto de 1755, o mapa que nos norteia é a poesia de Pedro Mexia. São canções desenhadas para uma voz feminina, a soprano Bárbara Barradas, que dá corpo e voz à Lisboa que ondula com tremores maiores e menores da terra, que lida com a devastação que estes podem trazer.

O Ensemble Darcos, dirigido por Côrte-Real estreiam Tremor na Culturgest.

Lançamento do álbum: 6 de Novembro

La vida secreta // 26 OUT- C.C. Olga Cadaval

26 de Outubro | 21:00 – Centro Cultural Olga Cadaval

Entrada 6€

Ópera de bolso a partir de Salvador Dalí – cantado em castelhano (co-produção entre Festival Little Opera e Temporada Darcos)

Integrado na Mostra Espanha 2021, esta ópera de bolso retrata o mundo surreal do pintor espanhol Salvador Dalí através dos olhos da sua companheira-musa Gala. Tendo como única protagonista a figura de Gala, interpretada pela soprano espanhola Conchi Moyano, revela a mulher como inspiração múltipla e central no desenvolvimento do surrealismo ímpar de Dalí, e serve como ponto de partida para uma transposição do universo da sua obra aos dias de hoje, onde a digitalização das relações tomou proporções desafiantes e absurdas. Gala como a mulher que não assistiu ao movimento #Me Too, mas… e se tivesse participado, haveria Dalí? As girafas continuariam o seu passeio exótico de pernas longas?
Nuno Côrte-Real

Ficha Artística e Técnica: Música e direção musical – Nuno Côrte-Real | Libreto – Martha Asunción Alonso | Encenação – Carlos Antunes | Soprano – Conchi Moyano |  Ensemble Darcos:  José Pereira, violino | Reyes Gallardo, viola | Filipe Quaresma, violoncelo | Rodrigo Lima, Saxofone | Helder Marques, piano | Süse Ribeiro – operação de som e eletrónica 

Classificação etária: > 6 anos

Duração aproximada: 80 minutos

Bilhetes à venda na Ticketline 

La vida secreta // 24 OUT- Cine-teatro de Alcobaça

24 de Outubro | 17:00 – Cine-teatro de Alcobaça

Ópera de bolso a partir de Salvador Dalí – cantado em castelhano (co-produção entre Festival Little Opera e Temporada Darcos)

Integrada na Mostra Espanha 2021, esta ópera de bolso retrata o mundo surreal do pintor espanhol Salvador Dalí através dos olhos da sua companheira-musa Gala. Tendo como única protagonista a figura de Gala, interpretada pela soprano espanhola Conchi Moyano, revela a mulher como inspiração múltipla e central no desenvolvimento do surrealismo ímpar de Dalí, e serve como ponto de partida para uma transposição do universo da sua obra aos dias de hoje, onde a digitalização das relações tomou proporções desafiantes e absurdas. Gala como a mulher que não assistiu ao movimento #Me Too, mas… e se tivesse participado, haveria Dalí? As girafas continuariam o seu passeio exótico de pernas longas?
Nuno Côrte-Real

Ficha Artística e Técnica: Música e direção musical – Nuno Côrte-Real | Libreto – Martha Asunción Alonso | Encenação – Carlos Antunes | Soprano – Conchi Moyano |  Ensemble Darcos:  José Pereira, violino | Reyes Gallardo, viola | Filipe Quaresma, violoncelo | Rodrigo Lima, Saxofone | Helder Marques, piano | Süse Ribeiro – operação de som e eletrónica 

Classificação etária: > 6 anos

Duração aproximada: 80 minutos

La vida secreta // 23 OUT- Cine-teatro de Pombal

23 de Outubro | 21:30 – Cine-Teatro de Pombal (39º Festival Música em Leiria 2021)

Entrada 5€

Ópera de bolso a partir de Salvador Dalí – cantado em castelhano (co-produção entre Festival Little Opera e Temporada Darcos)

Integrada na Mostra Espanha 2021, Esta ópera de bolso retrata o mundo surreal do pintor espanhol Salvador Dalí através dos olhos da sua companheira-musa Gala. Tendo como única protagonista a figura de Gala, interpretada pela soprano espanhola Conchi Moyano, revela a mulher como inspiração múltipla e central no desenvolvimento do surrealismo ímpar de Dalí, e serve como ponto de partida para uma transposição do universo da sua obra aos dias de hoje, onde a digitalização das relações tomou proporções desafiantes e absurdas. Gala como a mulher que não assistiu ao movimento #Me Too, mas… e se tivesse participado, haveria Dalí? As girafas continuariam o seu passeio exótico de pernas longas?


Nuno Côrte-Real

Ficha Artística e Técnica: Música e direção musical – Nuno Côrte-Real | Libreto – Martha Asunción Alonso | Encenação – Carlos Antunes | Soprano – Conchi Moyano | Ensemble Darcos: José Pereira, violino | Reyes Gallardo, viola | Filipe Quaresma, violoncelo | Rodrigo Lima, Saxofone | Helder Marques, piano | Süse Ribeiro – operação de som e eletrónica

Classificação etária: > 6 anos

Duração aproximada: 80 minutos

Bilhetes à venda na Ticketline.